A Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (Ejug) e o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) promoveram, na última semana de fevereiro, o Curso de Técnicas de Conciliação e Treinamento Prático das equipes da Justiça Móvel de Trânsito da comarca de Anápolis. Foram capacitados 24 novos conciliadores. Os cursos foram realizados no Centro Universitário de Anápolis (UniEvangélica).

A Justiça do Amapá, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do TJAP (Nupemec), realizará no Fórum de Macapá, de 7 a 11 de março, a 1° Semana de Conciliação em Execução Fiscal. O evento prevê uma pauta focada em audiências exclusivas das demandas de execuções fiscais, oriundas das procuradorias do estado e dos municípios, como preconiza o ato conjunto 387/2016-GP/CGJ, em consonância com as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Seguem até 2 de outubro as inscrições para os interessados em participar da Semana Nacional da Conciliação 2015 do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), que contabiliza o melhor-desempenho em conciliações no Judiciário nacional. O tribunal baiano já ocupou quatro vezes primeiro lugar, cinco vezes o segundo e uma vez o terceiro lugar entre as cortes estaduais. Em 2014, foram 35.785 acordos realizados na Bahia.

O juiz da Comarca de Terenos Marco Antônio Montagnana Morais exaltou a iniciativa do TJMS de realizar o mutirão do DPVAT no interior do estado. “Todos sabemos que o Mutirão do DPVAT em Campo Grande foi um sucesso e a iniciativa de levar a ação para o interior é acertada. Muito nos honra o fato de o Tribunal de Justiça ter começado essa peregrinação pelo interior aqui em Terenos”.

O presidente do TJRJ disse que a mediação é o caminho do futuro porque evita novas ações, desafogando o Judiciário. “A nossa Justiça está abarrotada de processos e não pode mais sobreviver nos modos tradicionais. Ela precisa enveredar por novos caminhos e a mediação nos traz essa solução. Vamos reservar a jurisdição àquilo que compete só a ela”, enfatizou o desembargador Luiz Fernando, que foi firme ao dizer: “A mediação não é uma das alternativas. Ela é a alternativa”.