CNJ vai formar novos instrutores em conciliação no TJBA

Fonte: Portal do TJBA, 09/06/2015

Duas instrutoras especialmente designadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começaram a treinar um grupo de 24 alunos selecionados pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) como novos instrutores em conciliação. Ana de Magalhães e Maria Inês Três Rios irão multiplicar os conhecimentos sobre o tema e, segundo um dos organizadores, Alberto Addehusen, o pessoal capacitado vai instruir outras cinco turmas de mediadores cada um.

A preparação visa não só a formação de pessoal para as mediações, mas também contribui para fortalecer a nova cultura de conciliação, prevista pelo novo Código de Processo Civil, que entra em vigor em março de 2016.

As instrutoras Ana de Magalhães e Maria Inês trabalham juntas em mediações há sete anos. Ambas fizeram pós-graduação em Métodos Alternativos de Solução de Conflitos Humanos e especialização em Mediação Empresarial. “Fizemos este trabalho no Maranhão, Espírito Santo e Ceará”, disse Ana. Já a instrutora Maria Inês lembrou a importância do curso: “Eles formarão outros instrutores”.

Mediadora do Instituto Familae, Ana de Magalhães é jornalista e publica uma revista sobre gestão internacional. “Formaremos grupos de três instrutores para possibilitar as simulações da prática de conciliação”, disse, logo na abertura do encontro.

“Vamos tratar de temas como o início da mediação, a organização do encontro e a resolução de questões”, disse Maria Inês, ao tratar também das referências bibliográficas do curso.

Pacificação

Uma das novas instrutoras é a mestra em Segurança Pública, Justiça e Cidadania, Victória Borja. “Buscamos a pacificação social para construir uma nova Justiça no Brasil”, disse. Victória trabalha também na prática acadêmica, ao construir teoria voltada para a conciliação na Universidade Federal da Bahia. Ela é orientada pela professora de Observatório de Pacificação Social, Ana Paula Rocha do Bonfim.

Uma das novas mediadores da unidade do Balcão de Justiça e Cidadania do bairro da Liberdade, Victória acredita nas técnicas de conciliação com forma de contrapor a cultura do conflito, típica do perfil do Judiciário antigo.

Link curto: http://bit.ly/1G1vUgW

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